A expressão das emoções

A expressão das emoções está relacionada com a sua intensidade e a duração. Nas situações em que a expressão está em concordância com o estado psicológico, esta será tida como real, uma vez que apresenta uma coerência entre os vários elementos. Automaticamente, o rosto vai revelar através dos movimentos musculares e ósseos essa emoção (Freitas-Magalhães, 2011).

O processo neuropsicofisiológico começa no sistema límbico, que garante os processos emocionais e motivacionais assim como certifica-se dos processos cognitivos da própria memória, classifica-se também como o centro emocional (Freitas-Magalhães, 2011).

No que concerne à definição do que é uma emoção, na comunidade científica ainda não existe um consenso relativamente a esta temática.

Em concordância com Paul Ekman, as emoções básicas, que são universais em todo o mundo são: ira, aversão, medo, tristeza, alegria, surpresa e desprezo. A sua duração é limitada, embora a sua vivência seja subjetiva de perdurar no tempo. As emoções básicas são viscerais, isto quer dizer, que não existe domino sobre a sua vontade, uma vez que são predeterminadas pela psicofisiologia (Freitas-Magalhães, 2011).

Freitas-Magalhães, acrescenta ainda que “na formação de uma emoção operam três sistemas distintos: a cognição, a expressão facial e o sistema nervoso autónomo” (Freitas-Magalhães, 2011, p.103).

Referências:
Freitas-Magalhães, A. (2011). A psicologia das emoções: o fascínio do rosto humano. (3ªEdição). Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa.

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Mafalda Moreira
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