Certo ou errado, eis a questão?

O mindset que nos pode ajudar a ver para além das nossas “paredes mentais”.

Como explicamos dois irmãos, que vivem na mesmo casa, terem perspetivas de vários acontecimentos externos tão distintos?

Como explicamos dois amigos, que vão ao cinema verem exatamente o mesmo filme e no final retirarem ilações diferentes?

A dicotomia existente entre certo ou errado é algo subjetivo, depende de cada indivíduo, da sua história de vida (que é única), valores, crenças, referências internas e muito mais.

O ser humano é uma fábrica que está constantemente a produzir julgamentos. Este não tira férias, e ainda por cima, trabalha todos os dias durante os 365/366 dias por ano. Eu diria até, que isto é escravatura, mas isso também seria um julgamento, portanto fiquemo-nos apenas pelas vezes que julgamos.

“Isto é bom ou mau. Ele é feio ou bonito.” Tudo isto são julgamentos. Quando algo tem impacto na nossa vida, rotulamos, como se de um carimbo se tratasse.

O acontecimento é relevante, gera emoção. Caso seja interpretado como algo em direção aos nossos objetivos, gera emoções percepcionadas como positivas, caso contrário, o acontecimento é avaliado como obstáculo, automaticamente gera emoções percepcionadas como negativas.

Quando, a ocorrência não é relevante para nós, como se costuma dizer “nem me aquece nem arrefece”, não gera qualquer tipo de emoção, isto é, há uma inexistência neste sentido.

“Eu estou triste e isso é mau,” mais uma vez, um julgamento.

Ser livre de julgamentos, ou pelo menos, minimizar o seu impacto, aprender a lidar com os pontos a desenvolver e permitir sentir, ajuda em todo o processo de descoberta e evolução.

Existe o que funciona e o que não funciona!

O que funciona para ti?

Fotografia: Ana Formigo

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Mafalda Moreira
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