Repensando a forma de educar

As comunidades são munidas por ideologias, preconceitos, estereótipos, crenças, entre outros. As crianças crescem no meio de lacunas tanto ao nível das áreas das competências sociais como emocionais (Goleman, 2019).

Conceitos como por exemplo, a empatia, altruísmo, literacia emocional, satisfação com a vida, são negligenciados em diversas áreas. Para que ocorra um desenvolvimento a este nível é fundamental a junção de “forças”. Em alternativa, os professores poderiam adotar uma visão para além do tradicional, assim como os diversos membros da comunidade poderiam incluir-se mais na interação com as escolas, para que todos juntos trabalhem para um crescimento saudável, equilibrado e coeso (Goleman, 2019).

O intuito ao aplicar e desenvolver a inteligência emocional nos distintos meios, surge para auxiliar os alunos a transformar crises pessoais e desafios da vida, em lições de competência emocional (Goleman, 2019). Com isto, é necessário salientar que estes esforços devem ser realizados em conjunto (entre os vários intervenientes na educação da criança) e não de forma díspar, isto significa, associar a escola, os pais e toda a comunidade envolvida. Em suma, para que ocorra um desenvolvimento a nível da literacia emocional é fundamental desenvolver e aplicar os vários desafios da vida quotidiana numa aprendizagem emocional (Goleman, 2019).

Referências:
Goleman, D. (2019). Inteligência Emocional (18ª Edição). Maia: Temas e Debates.

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Mafalda Moreira
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